As instituições erigidas canónica e civilmente a
pedido de Luz Amparo Cuevas são conhecidas pela
«Obra da Virgem do Escorial».
A data emblemática desta realidade eclesiástica
é o dia 14 de Junho de 1981, quando a Virgem
das Dores se manifestou pela primeira vez a
Luz Amparo no Prado Novo. A partir de
Novembro de 1980 teve outros encontros com o
Senhor, que lhe foi anunciando a missão para a
qual havia sido escolhida. Hoje em dia, estas
revelações particulares estão a ser estudadas
pelo Arcebispado de Madrid. Quando considerar
oportuno, o senhor Cardeal tornará público o seu
veredicto relativamente a estes acontecimentos.
Por outro lado, os frutos são evidentes e foram
reconhecidos pela Igreja:
A Fundação Pia «Virgem das Dores» propõe-se,
como fins primordiais, o apostolado e a atenção
espiritual daqueles a quem é dirigido o seu
trabalho, «sempre com base na Doutrina da Igreja Católica;
do mesmo modo, a Associação poderá realizar
tantas acções de carácter benéfico ou social, quantas
sejam necessárias, para alcançar os seus fins,
dentro da sua inspiração cristã» (Estatutos,
art. 2º).
Documento oficial do Cardeal-Arcebispo de Madrid, D.
Ángel Suquia e Goicoechea, mediante o qual
erigiu canonicamente a Associação Pública de
Fiéis “Reparadores de Nossa Senhora a Virgem
das Dores”
e aprovou os seus Estatutos a pedido de Luz
Amparo Cuevas.
(Clique na imagem para ampliá-la.).
A Associação Pública de Fiéis Reparadores
de Nossa Senhora a Virgem das Dores,
é uma instituição erigida canonicamente pelo
Cardeal Arcebisbo de Madrid, D. Ángel Suquía e
Goicoechea (+), no dia 14 de Junho de 1994.
Como Associação, é formada por um
conjunto
de pessoas que se unem para levarem a bom
termo um objectivo. As normas que regem o seu
funcionamento estão consignadas nos seus
Estatutos que, tratando-se de uma instituição religiosa, foram
aprovados pela Hierarquia da Igreja.
Conforme os Estatutos,
«a Associação propõe-se a santificação dos seus
membros que devem viver, na medida do possível,
uma vida comunitária como os primeiros cristãos,
fazendo seu o lema “AMOR, UNIÃO E PAZ”. Por isso
terão especial interesse no serviço que prestam
aos necessitados, vendo neles a Cristo Redentor,
com íntima relação com Nossa Senhora, na sua
advocação das Dores, e devem estar sempre
dispostos a cooperar com a Igreja Católica nas
suas actividades» (art. 3º).
«Para conseguir uma realização mais perfeita de
tais fins, os membros da Associação prestarão
uma adequada atenção à sua vida espiritual,
procurando alcançar uma profunda e completa
formação no campo da doutrina e da Fé» (art.
4º).
Os membros da Associação de Fiéis realizam
diariamente diferentes tarefas, de acordo com as
necessidades da Obra, e são levadas a cabo tanto
dentro como fora da Comunidade. São executados
diversos tipos de trabalho com o fim de garantir
o sustento dos membros da Obra e cobrir as suas
necessidades, assim como para colaborar no
funcionamento das residências abertas. Fazem-se,
por exemplo, trabalhos de construção,
carpintaria, jardinaria, etc..
A Associação colabora
igualmente, e de modo habitual, com algumas
ONG’s com fins benéficos e oferece ajuda
alimentar a diferentes instituições e a várias
comunidades religiosas. Colabora também, de modo
habitual e igualmente comprometido, com a Igreja
diocesana em qualquer actividade que lhe seja
solicitada, especialmente em actos ou eventos
eclesiais, nos quais participa assiduamente,
pondo em práctica o que foi mencionado
nos Estatutos (veja-se o art. 3º).
Logo após a aprovação da Associação, o
Cardeal-Arcebispo de Madrid, D. Ángel Suquía e
Goicoechea, no dia 21 de Julho de 1994, nomeou
como capelão o Cónego José Arranz Arranz, para
apoiar e acompanhar espiritualmente os membros
da Obra.
Missa durante a visita do Cardeal-Arcebispo de
Madrid, D. Ángel Suquía, à Obra da Virgem do
Escorial. Mais acima, outras
fotografias da visita.
(Clique na imagem para ampliá-la)
Antes da aprovação canónica da Associação
Pública de Fiéis, no dia 27 de Dezembro de 1993,
D. Ángel Suquía visitou durante mais de cinco
horas as instalações da Obra fundada por Luz
Amparo no Escorial. Com os seus dois
acompanhantes, o Pe. Antonio Astilleros, Vigário
da área eclesiástica à qual pertence o Escorial,
e o Pe. Ricardo Quintana, Vice-chanceler do
Arcebispado, o Cardeal celebrou uma Missa na
capela da Sede da
Fundação «Virgem das Dores».
Para além deste acontecimento, há outras datas
significativas que mostram o apoio e a bênção da
Igreja de Madrid à Obra da Virgem do Escorial:
No dia 8 de Novembro de
1996, o actual Cardeal de Madrid, D. Antonio
María Rouco Varela, nomeou como capelão da
Associação Pública de Fiéis «Reparadores de
Nossa Senhora a Virgem das Dores» o Pe. José
Maria Ruiz Uceda.
No dia 30 de Outubro de 2001, o mesmo
Cardeal nomeou outro capelão para a
Associação Pública: o Pe. Julián Paulino
Argüello González.
Em Outubro de 2006,
com a bênção de D. Antonio María Rouco
Varela, abriu-se uma
Casa de Formação
da Obra da Virgem do Escorial, onde vivem e
estudam os seminaristas que um dia
serão sacerdotes da Igreja Católica. Este
grupo de sete jovens está a fazer a sua
formação na Faculdade de Teologia de «San
Dámaso», em Madrid, aonde se deslocam
diariamente desde o Escorial.
Desde 2006, O Cardeal-Arcebispo de Madrid,
D. Antonio María Rouco Varela, autorizou,
durante três anos consecutivos, para o dia
14 de Junho – data do início das denominadas
«aparições do Escorial», no ano de 1981 – a
celebração de uma Missa na nave «Ave Maria»,
perto de «Prado Novo». Autorizou igualmente
a celebração de uma Missa no dia 15 de
Setembro de 2008, na festa de Nossa Senhora
das Dores, padroeira da Associação Pública
de Fiéis. A participação dos
peregrinos, além de extraordinária em número, foi-no
também no seu fervor à Mãe do Céu.
Para contactar a Obra da Virgem do Escorial enviar um correio electrónico para
info@pradonuevo.es.
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